<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343</id><updated>2011-11-27T15:41:24.400-08:00</updated><category term='mateiguices'/><category term='maucaratismo'/><category term='amigos'/><category term='preguiça'/><category term='nervosinhos'/><category term='frescura'/><category term='#NhemNhemNhem'/><category term='#shoraybeijos'/><category term='TPM'/><category term='mestruação'/><category term='#GrowUp'/><category term='feminismo'/><category term='#BaphoseDesabaphos #philosophaybeijos maternidade pais filhos'/><category term='amor'/><category term='Peter Pan'/><category term='#AlôTerapia'/><category term='mocinha'/><category term='seu imbecil'/><category term='#morrabeijos'/><category term='megerice'/><category term='Tô com raiva'/><title type='text'>É tudo mentira</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-3029157441753676277</id><published>2011-01-24T07:29:00.001-08:00</published><updated>2011-05-06T08:43:26.172-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mestruação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#GrowUp'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TPM'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='megerice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#AlôTerapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mocinha'/><title type='text'>A desculpa do século</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/TT2c_oN__NI/AAAAAAAAAKY/DoVowUR91qo/s200/tpm01091108.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 200px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565777331441630418" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em primeiro lugar, é preciso esclarecer: como portadora de útero, sei muito bem que nenhuma mulher (sã) finge ou simula sintomas de Tensão Pré-Menstrual. Não subestimo de modo algum seu sofrimento, amiga. Cada vez – ou melhor, cada mês – que passo por isso, tenho mais certeza de que os homens vieram ao mundo a passeio, ou de que a TPM é, na verdade, o nosso castigo pelo pecado original. Temos, portanto, somente a agradecer a Deus por ter sido tão mais camarada com Adão que com Eva. Só que não.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Sinto todas as suas cólicas, querida. De tanta dor, já fiz vômitos e me descabelei feito uma doida deitada no chão do banheiro, e só melhorei depois de entrar em comunhão com Santo Buscopan Intravenoso. Claro, claro, sei que não é drama da sua parte quando você diz que vira uma baleia no período pré-menstrual. Eu também me sinto assim e lamento não ser rica feito a Angélica, que faz drenagem linfática toda semana e não desmarcar esse compromisso nem pra ir a velório. Pode crer que também acredito nas suas dores de cabeça. E entendo sua vontade de mandar seu namorado tomar no cu quando ele diz que sua cara está cheia de espinhas porque você comeu chocolate, não porque os hormônios fazem a sua pele ficar tão oleosa que você tem a impressão de que vai achar um poço de petróleo nela.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Jamais duvidarei também de que essas mesmas variações hormonais fazem com que seu humor vá de zero a cem em menos tempo que em um carro de Fórmula 1. E que, portanto, é super compreensível que você se emocione vendo “Zorra Total” no sábado a noite, acorde achando que o mundo é cor-de-rosa de manhã cedo, e tenha vontade esfaquear sua vizinha à tarde porque ela teve a audácia de respirar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Eu saco isso tudo, gata. Mas nem eu, que também tenho uma periquita no meio das pernas, te perdôo se você agir como se o mundo tivesse que te compreender por sofrer de TPM, e assim tenha que suportar seus pitis, sua fúria, sua revolta, qualquer lixo desses. Porque o que a gente sente é uma coisa, às vezes inevitável. Agora, como a gente age em relação ao que está sentindo é outra, completamente distinta, e que certamente está sob nossa governança.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Não tem a ver com hormônios, mas com maturidade. Para entender, por exemplo, que ser adulto é espremer o dedinho na porta e não poder mais dar uns safanões no cachorro pra descontar a raiva depois. Desculpe, você não é diferente de uma criança que chora porque está com fome, ou que faz pirraça quando está com sono ao descontar toda a sua raiva hormonal nos outros. &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Grow up&lt;/i&gt;. Há muito tempo você já virou mocinha e sabe que crescer é aprender a controlar o esfíncter, as emoções, os instintos, e outras cositas mas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Não venha também com esse papo – ou melhor, esse devaneio coletivo – de que é legal quando você, esse ser único e especial, bota para fora o que está dentro do seu coração. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Bem à moda do discurso Big Brother Brasil, tem gente que chama a grosseria que lhe é peculiar na TPM (e às vezes por toda a vida) de “sinceridade”, “transparência”, ou pior, “espontaneidade”. “Eu sou muito sincera e transparente, não consigo esconder o que estou sentindo. Mas pelo menos as pessoas sabem com quem estão lidando”. Tá bom, Irislene Stefanelly. Mas a real é a seguinte. Só sua mãe acha legal sua espontaneidade, possivelmente porque ela acha lindo até quando você caga. O resto do mundo, tenho certeza, prefere quando você pensa antes de falar e de agir. Aliás, diga-se de passagem, eu detesto gente espontânea – particularmente quem assim se denomina. Espontâneo, pra mim, é quem não tem superego ou é pretensioso o suficiente para achar suas impressões e sentimentos interessam e, assim, sempre os manifestam. Ou é mesmo um egoistinha que não tem por hábito se colocar no lugar dos outros, portanto não reflete sobre a maneira como reage ao que rola à sua volta. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Não, a Ciência também não nos redime na TPM. Ela nos explica. Ok, é cientificamente comprovado que a tendência para virarmos megeras nesse período existe por causa dos hormônios. Mas a Ciência não nos justifica. Justifica, no máximo, nossas avós. Elas sim, eram obrigadas a enfrentar TPMs e menopausas sem alternativas de tratamento ou sem saber direito pelo que estavam passando. A gente não, filha. A gente sabe e por isso mesmo tem obrigação de se tratar. Agora, se você não pode tomar pílula anticoncepcional, fazer tratamento fitoterápico, meditar ou sabe-se lá o quê porque acha que isso é “uma agressão&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ao seu corpo, e à natureza humana” (juro que já ouvi essa justificativa) – embora não veja problema em agredir os outros para se aliviar naqueles dias – é muito simples: corte os pulsos. Ou entenda que você talvez não tenha nascido para viver em sociedade e que deve, sei lá, se enclausurar para sempre em algum lugar no Tibet. Pode ainda se trancar no guarda-roupa cinco dias por mês. Que tal? Dentro do armário, ou você consome a TPM ou sai de lá consumida por ela. Mas quem está do lado de fora e não tem nada com isso permanece inteirinho.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;É claro que, vez ou outra, é possível que a gente perca o controle. Mas olha só: VEZ OU OUTRA. Não todo mês. O que tenho observado, entretanto, é que a tensão pré-menstrual tem se transformado num grande subterfúgio feminino. Um período que as mulheres tem aproveitado para exercer suas infantilidades, descontar suas frustrações, culpar os outros e os hormônios pela própria infelicidade, justificar seu egoísmo, sua fraqueza, sua incompetência para muitas coisas. Muito mais fácil pintar tudo isso de vermelho-menstruação que encarar e resolver. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;Pergunto-me se foi para isso mesmo que deixamos as fraldas. Se foi para nos transformamos na mesma figura a quem tanto criticamos nos passado – aquela que, como bem disse uma amiga, costumava jogar no álcool a culpa pelas desgraças que faz. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-3029157441753676277?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/3029157441753676277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=3029157441753676277' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/3029157441753676277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/3029157441753676277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2011/01/desculpa-do-seculo-em-primeiro-lugar-e.html' title='A desculpa do século'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/TT2c_oN__NI/AAAAAAAAAKY/DoVowUR91qo/s72-c/tpm01091108.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-1391488224527405092</id><published>2010-03-31T10:57:00.000-07:00</published><updated>2010-03-31T15:41:24.330-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#BaphoseDesabaphos #philosophaybeijos maternidade pais filhos'/><title type='text'>Remember button</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;a onblur="try  {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S7ONYE3udEI/AAAAAAAAAJ8/KqEgNdkhKDU/s1600/lembrete.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 151px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S7ONYE3udEI/AAAAAAAAAJ8/KqEgNdkhKDU/s200/lembrete.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454859018439652418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;(ilustração: Russ Willms)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Quando eu for mãe, pretendo ser grata ao bem que fizerem aos meus filhos como se fosse por mim. Sobretudo para ensiná-los o que é gratidão – tão fundamental ao caráter como honestidade, mais valiosa e gratificante que qualquer pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser capaz de me orgulhar verdadeiramente deles. Sem que isso seja uma maneira de ressaltar meus próprios méritos ou abafar minhas faltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser justa, embora humana. Que eu tenha discernimento e maturidade para entender que os filhos não podem ser objeto de minhas frustrações, bode expiatório das minhas culpas, justificativa para o meu sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero não perder de vista (ao menos não na essência) o fato de que eu sou mãe e eles, filhos. E que isso significa, antes de tudo, doação.  É justo que eles errem mais do que eu, que me magoem mais do que eu a eles, que me cobrem mais, que exijam mais compreensão, que se interessem menos pela minha vida que eu pela deles – e sem cobranças por isso.  Por um motivo simples: fui eu que os tive, não o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a minha casa seja de verdade a casa deles. Uma casa constantemente povoada por seus amigos, na qual terei prazer em ajudar com os preparativos para festinhas e reuniões. Que eles digam “lá em casa”, ao se referirem a onde moro, mesmo depois de ficarem independentes, e assim nunca se sintam tolhidos de abrir a geladeira, de se hospedarem sem cerimônia, de me pedirem que faça sua comida predileta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso me lembrar de que é ruim (embora não de todo evitável) envenenar meus filhos contra quem quer que seja, mas que é péssimo jogar pai contra filho, e sórdido quando se trata de dois irmãos. Além de estragar as relações, o que os pais conseguem com isso é despejar todo o seu esgoto em cima dos filhos. Poucas coisas são mais humilhantes e dolorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de ter em mente que, quaisquer que sejam os relacionamentos que eu tiver, se tenho filhos, não sou alguém que começa do zero. Portanto não posso estar entregue a alguém a ponto de transformar meus filhos em peso, estorvo ou coisa que o valha. Também não é meu direito deixá-los a mercê do outro e, se isso acontecer, a responsabilidade é minha (e/ou do pai, naturalmente). Porque o filho é meu, e não do meu novo marido/ namorado/ similar. Não se espera regular a conduta de terceiros, espera-se que os pais reajam a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devo deixar de me cobrar também algum sangue frio e grandeza. Para engolir seco e não cair na tentação de transformar meu filho em moeda de troca, ou puni-lo para, direta ou indiretamente, atingir quem quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competir com filhos é nojento – é favor que eu não me esqueça. Ok, Freud prevê uma cota de tolerância, mas o normal são pais torcerem para a felicidade dos filhos –  e até para que os filhos sejam mais bem-sucedidos que eles. Não que aguardem pelo momento oportuno de dizer “bem-feito!”. Isso é como um soco no estômago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso-me ainda, com antecedência: é cruel denegrir a imagem de meus filhos, submetê-los a maledicência pela minha própria língua. Em alguns casos, é possível que eles jamais consigam reverter o quadro. Palavra de mãe tem mais peso que sentença de juiz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-1391488224527405092?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/1391488224527405092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=1391488224527405092' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/1391488224527405092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/1391488224527405092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2010/03/remember-button.html' title='Remember button'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S7ONYE3udEI/AAAAAAAAAJ8/KqEgNdkhKDU/s72-c/lembrete.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-8787485618374783597</id><published>2010-03-22T11:50:00.001-07:00</published><updated>2010-03-31T11:41:22.727-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#GrowUp'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Peter Pan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#AlôTerapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nervosinhos'/><title type='text'>Nota pré-textual permanente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S6e--M994zI/AAAAAAAAAJ0/VkB3OkxMY3M/s1600-h/bandaid.jpg"&gt;&lt;img style="width: 173px; height: 173px; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451535849797575474" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S6e--M994zI/AAAAAAAAAJ0/VkB3OkxMY3M/s200/bandaid.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;(Ilustração: ImageZoo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Vamos fazer um trato. Não tenho intenção de agredir ninguém – não sem motivo. Agressão gratuita é defesa de adolescente que ainda não sabe lidar com as próprias feridas e medos, ou pessoa por algum motivo problemática. Prefiro tratar meus problemas com terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto se não se ofenda. Não há motivo pra se ofender comigo que sou, por princípio, desarmada. Entenda que, se em algum momento você se sentir ofendido, é porque o mundo é assim mesmo: as coisas nos atingem e a gente atinge as coisas sem necessariamente haver intenção de qualquer das partes. Não dá pra cobrar que a humanidade pise em ovos por causa de ninguém. Dá pra aprender a lidar com isso: nem tudo é agradável mesmo, nem tudo é confortável mesmo e cada um tem um calo localizado em algum lugar. Eu não vivo para mirar o seu, mas posso acertar sem querer. Ou ele é tão dolorido que dói só de olhar. Acontece e eu não tenho culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa: é seu direito discordar de mim, concordar comigo e pensar o que quiser a meu respeito. Eu aceito isso tudo. Agora, não tenho paciência com quem apela e leva tudo para o lado pessoal (e eu sei quando um papo é só “acalorado”). Desculpe, isso é infantil. Prefiro adultos que são adultos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-8787485618374783597?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/8787485618374783597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=8787485618374783597' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/8787485618374783597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/8787485618374783597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2010/03/nota-pre-textual-permanente-ou-growup_8561.html' title='Nota pré-textual permanente'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S6e--M994zI/AAAAAAAAAJ0/VkB3OkxMY3M/s72-c/bandaid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-8801594123209916831</id><published>2010-03-04T08:18:00.000-08:00</published><updated>2010-03-22T15:06:09.234-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#shoraybeijos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mateiguices'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Reconhecimento do Amor (II)</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ele chegou de manso e me envolveu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right; FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em doçura e celestes amavios.&lt;br /&gt;Não queimava, não siderava; sorria.&lt;br /&gt;C.D.A&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S4_5pV5bReI/AAAAAAAAAI0/kdas6mUM41g/s1600-h/42-20313647.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; WIDTH: 179px; FLOAT: right; HEIGHT: 255px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444844963162179042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S4_5pV5bReI/AAAAAAAAAI0/kdas6mUM41g/s200/42-20313647.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Tenho uma teoria sobre a carência. Aliás, tenho várias, mas uma delas é que as pessoas entram em relacionamentos amorosos e deles se tornam tão dependentes porque, para elas, essa é a única maneira de receber – e ter alguém a quem direcionar - abraços, beijos, declarações de amor e tudo mais de que a gente precisa pra ser feliz. E por isso mesmo ficam tão perdidas ao sair desses relacionamentos, justamente porque os enxergam e cultivam como os únicos sólidos, válidos e duradouros de suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que um tipo de relacionamento não substitui o outro. Um pai não vale por um namorado e vice-versa. Mas onde eu quero chegar é: muita gente não sabe cultivar amigos. Observo as pessoas que me cercam e vejo que, para muitas delas, amigo é alguém com quem se divide afinidades e momentos, sobretudo os da juventude, mas cuja importância é coadjuvante. Tenho a impressão de que o melhor de nós, para essas pessoas, deve ficar reservado apenas aos namorados e cônjuges: afeto, carinho, lealdade, compreensão, entre outras coisas tão legais de que somos capazes. Tanto que é comum vê-las se afastarem dos amigos, quando comprometidas. Todo o investimento fica voltado para o parceiro – sujeito da relação que realmente importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho com meus amigos uma relação de amor (não amorosa, são coisas diferentes). Porque amizade pra mim é isso: uma relação de amor, o mais bonito e generoso que já senti até hoje. Não apenas por não pressupor exclusividade. Mas também porque é capaz de fazer aflorar que há de melhor em nós – gratuitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia, me perguntei assim: quando, na vida, posso dizer que fui melhor pessoa? Grande parte das situações envolvia um amigo. Por meus amigos já larguei tudo e fiz as malas para estar a seu lado em outra cidade, na morte de um ente querido. Comprei suas brigas sem perguntar se eles tinham razão. Omiti fatos e circunstâncias porque sabia o quanto isso os faria sofrer. Mas também já os enfrentei para dizer boas verdades, quando julguei que era para o seu bem, mesmo sabendo o quão desgastante e conflituoso isso seria. Passei madrugadas planejando presentes. Senti orgulho. Compartilhei constrangimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso, naturalmente, também emerge quando penso no tamanho da generosidade dos meus amigos para comigo. Logo eu, que tenho tantos defeitos. Tem o Fred que continua indo ao cinema comigo sempre, apesar de me esperar uns bons trinta minutos no shopping, porque eu sempre chego atrasada. Tem o Luís que me busca de madrugada no trabalho, dizendo que prefere cruzar cidade a não dormir de preocupação. Tem o Odilon, que me dedica suas peças e já viajou quilômetros só pra passar meu aniversário comigo. Tem o Pedro e a Priscila. Tem a Alice. Tem o Marcelo. Tem a Luciana. Tem o Lucas, tem o Ru, tem tanta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que gestos como esses sejam exclusivos das relações de amizade. A diferença é que, nesse caso, não há laços sanguíneos que os pressuponham, ou, como nos casos dos namoros e casamentos, não há aí um certo “sistema de recompensas”. Um gesto generoso direcionado a um amigo não vai render sexo, suspiros, reafirmações de sentimento, ou ainda: qualquer sensação de garantia de que o outro vai permanecer ao seu lado. Aliás, o mais bonito das amizades, pra mim, talvez seja isso: você ganha seu amigo e ele está ganho. Faça a burrada que for, e ele continua lá. É muito difícil (embora não impossível) perder um amigo verdadeiro, porque nesse amor cabe compreensão e tolerância sem tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive porque eu acho que ele já nasce um pouco mais maduro que os outros. O formidável escritor &lt;a href="http://carpinejar.blogspot.com/"&gt;Fabrício Carpinejar&lt;/a&gt; uma vez disse que a insistência é que produz o amor, não o deslumbramento. Por isso, não é de se espantar que muitas paixões avassaladoras acabem depressa. É porque a aposta no primeiro contato foi muito alta, e, quando encanto acaba, as pessoas costumam desistir. As amizades, ao contrário, é natural que nasçam da insistência. Seu melhor amigo possivelmente não é o menino por quem você babava no colégio, o mais bonito e popular. É comum que seja aquele você, quando conheceu, achava bem antipático e de quem até falava mal. Ultrapassada essa barreira, você ficou mais bem preparado para o que veio depois, além de mais aberto a agradáveis surpresas. O que se construiu a partir daí é certamente sólido e duradouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No altar, eu diria ao meu marido: te prometo ser leal até que o amor acabe. Porque, em se tratando de relacionamentos amorosos, é tudo o que a gente consegue prometer com chances reais de cumprir. E mesmo assim é lindo. E mesmo assim vale a pena. Mas é a meus amigos que digo, sem medo: prometo-lhes ser fiel até que a morte nos separe. Amém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-8801594123209916831?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/8801594123209916831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=8801594123209916831' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/8801594123209916831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/8801594123209916831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2010/03/reconhecimento-do-amor-ii.html' title='Reconhecimento do Amor (II)'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/S4_5pV5bReI/AAAAAAAAAI0/kdas6mUM41g/s72-c/42-20313647.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-6781973906798913781</id><published>2008-05-13T19:16:00.001-07:00</published><updated>2010-04-13T09:55:32.936-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preguiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frescura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#NhemNhemNhem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mocinha'/><title type='text'>Das mocinhas de família</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/SC7h0af4Q6I/AAAAAAAAAB8/8mrx_gnKd5k/s1600-h/agnes_sorel+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201342910241981346" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/SC7h0af4Q6I/AAAAAAAAAB8/8mrx_gnKd5k/s200/agnes_sorel+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Muitas coisas me irritam no mundo. Em parte porque eu talvez seja uma pessoa pouco tolerante, estou longe de ter a capacidade do meu pai, por exemplo, para compreender os outros. Em outra medida, acho que é porque o mundo está cheio de gente irritante mesmo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;Minha maior preguiça, ultimamente, é de nós, mulheres, ou melhor: de certos comportamentos femininos. Não suporto ouvir boazudas do BBB, modelos e atrizes se desdobrando para justificar porque resolveram arreganhar a boceta em revistas masculinas. Ou, então, procurando um motivo nobre para terem chupado paus e/ou peitos em filmes pornô, como se precisassem de um atestado de boa moça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última declaração do gênero que ouvi foi de Juliana Góes, ex-integrante do BBB 8, ao posar para a Playboy. Em entrevista ao Video Show, ela disse ter “ficado preocupada com o que a família ia pensar disso” e, assim, teria conversado com os pais antes de baixar a calcinha. Débora Secco faz questão de frisar que só tirou a roupa para garantir sua independência financeira. Mara Maravilha se autoflagela por ter tirado as tais fotografias – mas ela, eu até compreendo, já que entrou para o time dos que “aceitaram Jesus no coração”. De todas elas, porém, a ex-BBB Sabrina Sato é a que menos desfruta de minha paciência. Como se quisesse preservar sua condição de “moça pra casar”, explicou que, antes de revelar seus atributos, pediu autorização à mamãe e ao papai – olha que bonitinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanta necessidade de demonstrar pudor nada mais é, pra mim, que a constatação de que o mundo ainda é dos homens – e por um bom tempo será. Esse comportamento traduz como mesmo hoje até o uso dos nossos corpos depende do aval masculino, e o quanto temos medo de nos desvincular da imagem de mães respeitáveis dos filhos deles. Deparo-me com tudo isso e sinto um ranço de século XIX, em que éramos adestradas para corar as bochechas ao ouvir falar de sexo, assim como para tocar piano, bordar e falar francês. Há nisso tudo um cheiro nojento exatamente desse tempo, em que nos reduziam a três categorias: mãe, esposa e puta – a primeira, a quem o homem santifica; a segunda, com quem ele se casa; e a teceira, com quem ele trepa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho intenção de fazer apologia ao ato de mostrar a bunda. Minha irritação, minha falta de paciência é com a necessidade que muitas mulheres se impõem de justificar suas escolhas. É com essa insistência em ressaltar: não sou puta, sou pra casar, corroborando um machismo latente que ainda nos taxa de vagabundas quando, em qualquer hipótese, decidimos exercer autonomia. Se abrir as pernas para o flash é uma decisão acertada, se é moral ou imoral, nem vou entrar no mérito da questão. Mas fato é que ninguém deve satisfações por isso. Se a figura vira o rabo para as câmeras por dinheiro ou simplesmente porque gosta da idéia de que punhetas serão batidas em sua homenagem, isso é com ela. Pelo amor do Bom Senso, por que é preciso instituir motivos e necessidades– muitas vezes hipócritas – para exercer uma vontade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escritora Adélia Prado é quem até hoje melhor definiu a classe feminina, quando, em um de seus poemas, nos chamou de “espécie ainda envergonhada”. Captou como ninguém, a Adélia, nossa insegurança, típica de quem está no meio de uma caminhada. Se não foi fácil conquistar os volantes de caminhões, mais difícil ainda está sendo soltar a corda e deixar de viver (literalmente) sob a vara do macho. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-6781973906798913781?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/6781973906798913781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=6781973906798913781' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/6781973906798913781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/6781973906798913781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2008/05/das-mocinhas-de-famlia_13.html' title='Das mocinhas de família'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WsfoLKSDJ78/SC7h0af4Q6I/AAAAAAAAAB8/8mrx_gnKd5k/s72-c/agnes_sorel+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3918522746229983343.post-5172925691515167755</id><published>2007-12-05T17:01:00.000-08:00</published><updated>2010-03-15T10:38:16.560-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seu imbecil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tô com raiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#morrabeijos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='maucaratismo'/><title type='text'>Para F.</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: right;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Não tenho vergonha de dizer que estou triste,&lt;br /&gt;não dessa tristeza ignominiosa dos que,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;em vez de se matarem, fazem poemas:&lt;br /&gt;estou triste por que vocês são burros e feios.&lt;br /&gt;E não morrem nunca..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mário Quintana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:georgia;" &gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que faltou dizer&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você não tem caráter e isso não é só do meu (magoado) ponto de vista. Nada é mais absoluto que caráter: as pessoas têm, ou não têm.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você é um verme e eu te odeio – o que certamente significa que ainda sinto alguma coisa por você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Rezei muitas vezes para que você morresse num acidente de avião. Você e a C. – que não é de Cecília.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Torci também para que C. fosse dona-de-casa, gorda e feia. Mas ela só é feia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Depois de você, apareceram outros melhores de cama. Mas eu teria dispensado todos eles por você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você é magrelo e sem bunda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você é egoísta e vai pro inferno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você não vale o latim que eu gasto agora. Mas eu gasto assim mesmo, porque faz parte do processo de apagar você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Eu quero cuspir na sua cara, sujar seu nome e te humilhar, no melhor estilo “Atrás da porta”. Essa canção, você não conhece. Mas mesmo que conhecesse, jamais a entederia, porque tem a sensibilidade de um prato de sopa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Aliás, você é medíocre o suficiente para chamar o Chico Buarque de viado.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você é previsível. Quando ler isso aqui, há três hipóteses para a sua reação:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;li&gt;Dizer “Puxa, apesar das críticas, fico feliz pela consideração que você tem/teve por mim. Você é ótima pessoa e eu gostava da sua ‘cia’ ”. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Minha resposta: enfie a sua “razoabilidade” no cu).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul face="georgia"&gt;&lt;li&gt;Tentar fazer com que eu me sinta uma piranha e, assim, dizer que, mesmo com tudo isso, ainda quer comer a minha bunda. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;( você é um escroto. Mas isso não me atinge, porque é tentar me ofender com a mais banal e amadora das armas masculinas.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-family: georgia;"&gt;&lt;li&gt;Pode ser que você pense que todo esse escárnio é porque eu sou mal amada. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(eu não ligo e gostaria que você pudesse ver a minha cara quando digo isso.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Você não vai deixar qualquer comentário por aqui, mesmo que leia. Porque é um covarde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Tomara que você tenha filhos com síndrome de Down, que fique broxa, paralítico, que termine sozinho, amargo e pobre na vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Tomara também&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; que eu nunca mais te veja. Mas, se acontecer, que seja pra te causar inveja e sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: left;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Pois é, gente, não sou boazinha.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3918522746229983343-5172925691515167755?l=etudomentiraminha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/feeds/5172925691515167755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3918522746229983343&amp;postID=5172925691515167755' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/5172925691515167755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3918522746229983343/posts/default/5172925691515167755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etudomentiraminha.blogspot.com/2008/05/para-f.html' title='Para F.'/><author><name>Cecília</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05167547306719243581</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
